JORNALISMO NEWS  Publicidade 1200x90

Caso Kauê: polícia reconstrói linha do tempo para esclarecer morte de coroinha em Ipioca

11/08/2025 14h44 - Atualizado há 2 semanas
Caso Kauê: polícia reconstrói linha do tempo para esclarecer morte de coroinha em Ipioca
Reprodução/Redes sociais

A Polícia Civil de Alagoas segue com as investigações do assassinato que vitimou o coroinha Kauê Leônidas Oliveira da Silva, de 18 anos. O caso foi registrado no bairro de Ipioca, Litoral Norte de Maceió, em dezembro de 2024. A investigação foi repassada do Distrito Policial de Paripueira para a DHPP (Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa) em março deste ano.

Em entrevista ao programa Fique Alerta, da TV Pajuçara, a delegada Tacyane Ribeiro informou que já foram coletados quase 60 depoimentos, todos entre 30 minutos e uma hora de duração, para entender como foi a dinâmica no dia da festa em que Kauê morreu.

“Estivemos na residência onde aconteceu o fato. Também apreendemos cerca de 20 celulares, para juntar elementos informativos. Todo material foi adicionado ao inquérito e está nos ajudando a montar a linha do tempo”.

A delegada explicou que a vítima teria sido assassinada enquanto estava alcoolizada, dormindo em uma cama na residência. O laudo do IML (Instituto Médico Legal) apontou que a causa da morte foi asfixia por esganadura. As investigações apontam que a vítima, em tese, foi socorrida sem vida e levada ao hospital, o que descaracterizou a cena do crime. 

No entanto, segundo a delegada, muitas testemunhas não colaboram e “não falam a verdade com medo de se comprometerem”. “Desde que assumimos até agora, já temos uma ideia do que aconteceu, sabemos os horários e temos alguns suspeitos. Ainda não posso revelar os detalhes”.

A Polícia Civil reforça que a população pode colaborar com a investigação por meio do Disque Denúncia 181. O serviço é gratuito, seguro e garante o anonimato de quem fornece informações. 

O caso - Kauê, que era coroinha na Paróquia Nossa Senhora do Ó, no bairro de Ipioca, em Maceió, morreu em dezembro de 2024. Inicialmente, a morte foi atribuída a um mal súbito ocorrido durante uma festa com amigos em Paripueira. A história, no entanto, ganhou outro rumo e começou a ser contestada após a divulgação do laudo do Instituto Médico Legal (IML), que apontou a causa da morte como asfixia por esganadura, configurando homicídio.

Kauê foi velado sob forte comoção na paróquia onde servia. “Kauê Leônidas foi um membro dedicado da nossa Paróquia, sempre presente nas celebrações e em ações de fé e caridade”, publicou a Paróquia Nossa Senhora do Ó, à época da morte.


FONTE: Por TNH1 com TV Pajuçara
Tags »
Notícias Relacionadas »
JORNALISMO NEWS  Publicidade 1200x90